A importância de aprender Linux

Este tema é onde começaremos, à medida que vamos discutir sobre o aprender Linux, se dedicar, sendo um pré-requisito para aqueles que querem andar na frente.

O que é o Linux?

Muitos desconhecem ou querem desconhecer. O profissional da área de TI é de suma importância conhecer e aprender o sistema operacional Linux, pelo menos se familiarizar com os conceitos básicos dentro da área de Tecnologia da Informação, como, por exemplo.

Instalação do Linux

Atualização de pacotes

Novos parâmetros

Arquivos de configuração do diretório


Mas, o que é esse Linux?

Linux é um kernel que significa núcleo na área da informática, ou seja, um conjunto de drives que permitem que o software e o drive interajam juntos de forma eficaz tendo as distribuições sendo elas sistemas operacionais baseadas em Linux que adota uma licença de software livre que operam em cima do kernel Linux.

GNU/Linux conhecido popularmente pelo nome de Linux existem várias distribuições baseadas em Linux que mudam de aparências, funcionamentos e formas de que tipo de ambiente queira utilizar, como, por exemplo, servidores, ou desktops PC.

Devo aprender Linux?

Uma mudança importante tem ocorrido com frequência é o ambiente empresarial, muitas empresas estão partindo para implantação do sistema Linux por vários motivos, umas delas é baseado em redução de custos, segurança e desempenho.

São três pilares fundamentais que fazem uma grande diferença na área empresarial integrando a área de TI.

  • Redução de Custos:

Como foi dito acima, muitas empresas já estão adotando o sistema Linux, isso já se torna uma realidade que todo o profissional de TI não poderá escapar ou se esconder por muito tempo, por ser um ambiente livre e com estabilidade de funcionar por anos sem falhas, muitos profissionais já estão escolhendo o Linux em servidores, isso já é bem mais comum de encontrar.

Muitas empresas já estão adotando Linux por causa de custos de licenças de sistemas, aplicativos e outros.

Com este cenário em vista, o Linux sob a perspectiva de um sistema de produção, se mostrou interessante no que diz respeito à redução de custos. Além disso, tem a facilidade de um sistema robusto e com soluções mais confiáveis.

  • Segurança:

Quando falamos em segurança, pensamos em vírus, falhas, erros que na área de TI isso se torna complicado.

O Sistema Linux umas das plataformas operacionais reconhecidos pela sua segurança, estabilidade, performance, se torna um grande fator primordial no momento da escolha de qual sistema utilizar no servidor da empresa.

  • Desempenho:

Por ser um sistema leve isso já é ponto positivo, isso pode parecer óbvio a primeira vista, mas antes de colocar algum sistema em produção devemos tomar cuidado na ora da implantação.

Lembrando que esse blog não esta dizendo qual o sistema operacional é o melhor ou pior, o melhor sistema é aquele que te satisfaça em todos os aspectos.

Considerando o fato de que conhecer um pouco mais de Linux mostra a importância em organizações e as diferenças distribuições que existem entre os sistemas operacionais Linux no seu desempenho, segurança e redução de custos, tornou-se essencial nas organizações tratar essa plataforma como meio praticidade, agilidade e a simplicidade de processos de conduzir esse sistema Operacional.

Muitas empresas ficam reciosas em implantar o Linux em sua organização devido à mão de obra, ainda há poucos profissionais que sabem mexer no sistema, esse sistema ainda é visto pelas “pessoas” como uma tela preta cheia de códigos sem nenhuma interface, isso mudou muito, hoje temos Linux com telas bastante amigáveis não sendo mais necessários aqueles códigos para instalação de aplicativos ou outra coisa.

Ultimamente o número de distribuições Linux em organizações tem crescido bastante, por isso achei interessante em escrever esse artigo para que todo o profissional de TI esteja familiarizado com esse novo ambiente.

Neste artigo foram apresentadas as definições do Linux, onde o administrador tem o primeiro passo importante para implantar e documentar informações que se relacionam de forma a criar um sentido.

Daniel Portugal

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O sucesso de uma equipe vai além de um projeto finalizado com êxito

Um estudo sobre o Artigo – Adequando a dimensão humana no gerenciamento por projetos

     Quando ouvimos sobre o assunto adequando a dimensão humana no gerenciamento por projetos, pensamos em liderança, equipe, pessoas como seres dotados de características próprias de personalidade e de individualidade. Este artigo apresenta de forma clara e sucinta sobre a dimensão humana no gerenciamento por projeto.

     Segundo o Artigo de Luiz Rocha e Raphael Albergarias (2012), afirma que há quatro pilares para arquitetar adequadamente a dimensão humana no gerenciamento por projetos, sendo eles:

     Lapidar o estilo de liderança

     Desenvolver uma equipe de alto desempenho

     Agir com base nas necessidades e expectativas das partes interessadas

     Estabelecer uma comunicação eficaz

     Luiz Rocha e Raphael Albergarias (2012), afirmam que esses quatro pilares devem ser trabalhados paralelamente com o ciclo de vida do projeto, o qual está relacionado com o ciclo de vida da equipe de encontrar foco, confrontar a realidade, interagir, reformar e renovar. Juntamente com este ciclo de vida da equipe, atuar simultaneamente em dois direcionadores, um técnico e o outro comportamental.

     Em linhas gerais, a equipe do projeto é muito mais que a simples seleção das pessoas que irão trabalhar no projeto. Ou seja, uma equipe reflete na responsabilidade do líder de influenciar, ter aquela comunicação extraindo dessa inter-relação e obtenção dos resultados eficientes e eficazes para o projeto.

     Segundo o artigo de Luiz Rocha e Raphael Albergarias (2012), fala sobre os comportamentos e características que resultam em quatro estilos básicos de personalidades, essas personalidades que nos permitem não apenas melhor compreender e aceitar a nós mesmos, mas também a interpretar e a reagir aos outros como uma forma de melhorar a comunicação e reduzir conflitos.

     De modo geral, há personalidades e de individualidades, motivações e objetivos pessoais, ou seja, o líder também envolve assumir a responsabilidade por pessoas, interagindo, organizando e motivando as mesmas.

     Segundo o artigo (2012), os estilos básicos de personalidades são:

  Diretor – Firme, enérgico, movido a desafios, competitivo, resoluto, audaz, impaciente.

Visionário – Otimista que adora abraçar ideias e causas, seguidamente.

Relacionador – amigável, opera em ritmo constante e lento.

Pensador· analítico com objetivos de longo prazo, autocontrolado e cauteloso.

     Como citado a cima sobre a personalidade, o líder deverá ter todos esses estilos básicos de personalidades, ou seja, deverá ser firme, otimista aquele profissional visionário, relacionador e também analítico, o líder ele consiste em influenciar integrar os membros da equipe para aprimorar o desempenho constante do projeto.

     Segundo o artigo de Luiz Rocha e Raphael Albergarias (2012), fala sobre o líder, a habilidade de articular, estruturar e comunicar a consecução de um objetivo; o direcionamento é essencial para promover mudança e obtenção de resultados.

     Luiz Rocha e Raphael Albergarias (2012) citam em seu artigo umas das habilidades sendo elas:

     Empowering a habilidade de desafiar a zona de conforto da equipe e envolve obrigar, compelir a fazer mais, ir além do normal em direção à visão estabelecida. A ampliação da zona de conforto de cada um e o desenvolvimento de novas competências são necessários para promover mudança e obter resultados;.

     Ampliação à habilidade de desafiar a zona de conforto da equipe e envolve obrigar, compelir a fazer mais, ir além do normal em direção à visão estabelecida. A ampliação da zona de conforto de cada um e o desenvolvimento de novas competências são necessários para promover mudança e obter resultados.

     Coaching . a habilidade de conduzir e apoiar, reconhecendo o potencial do instruído e assumindo responsabilidade pelo desenvolvimento de competências para colher potencial subutilizado. O cooching é essencial para o desenvolvimento de pessoas e percepção de valores.

     Compartilhamento a habilidade de trocar informações para se conseguir real colaboração, permitindo acesso a recursos e assegurando sua utilização. Compartilhar é necessário para percepção de valor e promoção de mudança.

     Em linhas gerais, no gerenciamento da equipe, muitas habilidades são requeridas do líder ou mesmo do gerente do projeto para estimular a integração e o esforço dos membros, visando formar equipes de altos rendimento.

     Neste artigo foram apresentadas algumas definições de um líder, onde o profissional tem o primeiro passo importante para projetar e documentar informações que se relacionam de forma a criar um sentido.

     Também foram apresentadas as definições sobre personalidades, com suas divisões baseadas no modo organizando e motivando as mesmas.

Daniel Portugal

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

 ROCHA, Luiz.; ALBERGARIA Raphael. (Artigo Adequando a dimensão humana no gerenciamento por projetos). (Ago/Set 2012).

http://www.mundopm.com.br/ed46/artigo09_referenciasBibliograficas.html

 

Conhecendo o Six Sigma

 

     O Six Sigma ou Seis Sigma é uma ótima certificação para estudantes e profissionais de projetos. A certificação Six Sigma atesta que o profissional é conhecedor da Metodologia orientada para resultados com uso de ferramentas e técnicas para sistematicamente eliminar os defeitos e as ineficiências para melhorar os processos.

     De modo geral, o uso dessa nova metodologia, o Six Sigma, permite às organizações o benefício de redução de defeitos, erros e falhas, e estende a qualidade para além das expectativas dos clientes, ou seja, a metodologia Six Sigma melhoria contínua na busca interminável de zero defeito.

     A metodologia Six Sigma tem as seguintes características.

  • Centrado no cliente,
  • Concentração de processos,
  • Dados / Fatos,
  • Avanços no desempenho,
  • Melhoria estruturada,
  • Resultados que geram qualidade e lucro.

     A função do Six Sigma é descobrir as causas do problema, simbolicamente representado por Y = F (X).

     Six representa Seis desvios padrão da média, ou seja, entre o centro e o limite da especificação é 6.

     Sigma, representada pelo alfabeto grego ‘σ’, Significa desvio padrão da média, já que a meta do Six Sigma é chegar próximo ao zero de defeito.

     A metodologia DMAIC

É uma metodologia Six Sigma baseada em dados para melhorar a produtos e processos para condução dos projetos.

Visão geral da metodologia DMAIC que contempla as seguintes fases

DDEFINE – DEFINE o problema, metas, oportunidade de melhoria.

MMEASURE – MEDIR o resultado (Y) para determinar o processo atual desempenho (linha de base) e validar o sistema de medida.

AANALYZE – ANALISAR, identificar X (causas raiz dos defeitos)

IIMPROVE – MELHORAR o processo eliminando os defeitos e implementação de soluções

CCONTROL – CONTROLAR – para desempenho sustentado, garantir a manutenção da solução implantada.

Daniel Portugal

Conhecendo o SCRUM

     Resolvi falar um pouco sobre o Scrum, o que é o Scrum, para que serve, quais são os seus benefícios e por que usar o Scrum.

O QUE É O SCRUM.

     Scrum é um framework como definido no guia SBOK ™, é uma das metodologias ágeis mais populares para desenvolver projetos complexos, projetada de forma adequada para fornecer um valor significativo de forma rápida durante todo o serviço em todos os tipos de empresas, indústrias ou qualquer tipo de projeto, independentemente de sua complexidade.

     O Scrum pode ser entendido como um meio o qual é possível desenvolver projetos, serviços, planos complexos e gerir informações de uma forma rápida durante todo o projeto.

     Segundo definido no (Guia SBOK™2016), é um framework aplicável a portfólios, programas ou projetos de qualquer tamanho ou complexidade; e pode ser aplicado de forma eficaz em qualquer indústria, para criar um produto, serviço ou outro resultado.

PARA QUE SERVE O SCRUM.

     O framework Scrum pode ser aplicado a qualquer tipo de projeto em qualquer organização, sendo elas, pequenas, médias ou mesmo grandes organizações. O Scrum serve para desenvolver ou mesmo projetar de forma adequada, pode ser utilizado em times Scrum de 6 a 10 membros, também é possível trabalhar com várias equipes num só projeto, ou seja, convocar Scrum dos Scrums, isso é, neste processo, os representantes do Time Scrum são convocados para as Reuniões do Scrum de Scrums para discutir os desafios enfrentados sobre o projeto em intervalos pré-determinados conforme necessário, normalmente Scrum de Scrums são convocados apenas em projetos grandes onde vários Times Scrum estão envolvidos, já nas Reuniões diárias, este momento os membros do time Scrum falam sobre os seus progressos e impedimentos que estão ou podem enfrentar ao longo do dia e o que eles planejam fazer nesse dia e qual é o empecilho que os atrapalhe de concluir as tarefas da Sprint.

      O Sprint representa um curto intervalo de tempo definido ou estipulado normalmente entre 1 a 6 semanas de duração, essa duração o time Scrum deverá criar entregáveis, ou seja, são divididos em iterações que durante esse tempo, o time trabalha para converter os requisitos do Backlog Priorizado do Produto em funcionalidades dos produtos que podem ser entregue.

     As Sprints são compostas por uma reunião de planejamento da Sprint, reuniões diárias, o trabalho de desenvolvimento, uma revisão da Sprint e a retrospectiva da Sprint.

     Há quatro eventos  formais no Scrum dentro da Sprint, sendo eles.

*Reunião de planejamento da Sprint

* Reunião diária

*Reunião de revisão da Sprint

*Retrospectiva da Sprint

      Reunião de planejamento da Sprint é o trabalho a ser realizado na Sprint é planejado na reunião de planejamento da Sprint. Este plano é criado com o trabalho colaborativo de todo o Time Scrum.

      Reunião Diária é uma Reunião curta em 15 minutos e ali os membros do time Scrum se reúnem para falar o que  fez ontem, o que vai fazer hoje e quais impedimentos ou obstáculos caso estejam enfrentando.

     Reunião de revisão da Sprint é executada no final da Sprint para demonstrar os entregáveis da Sprint ao Stakeholders. Durante a reunião de Revisão da Sprint, o Time Scrum e as partes interessadas colaboram sobre o que foi feito na Sprint.

     Retrospectiva da Sprint é a inovação e criativo de uma oportunidade para o Time Scrum inspecionar a si próprio, ou seja, criar um plano para melhorias a serem aplicadas na próxima Sprint.

Time Scrum

     O time Scrum é composto pelos os seguintes membros.

*Dono do Produto ou Product Owner,

* Scrum Masters

* Time de Desenvolvimento

     O Product Owner, ou Dono do Produto ele é o grande entendedor, ou seja, é aquele que é responsável por alcançar o maior valor do negócio, é aquele que se preocupa com a qualidade, mudança no projeto, ele representa a voz do cliente.

     Scrum Master é um facilitador, é aquele que vai garantir que o Scrum seja entendido, aquele que ensina as boas práticas ao time envolvido no projeto e removendo todos os empecilhos que esteja atrapalhando na implementação do framework.

     Time de Desenvolvimento é o profissional que absorve os requisitos especificados pelo o Dono do Produto.

Backlog do Produto

     O Backlog do Produto é uma lista ordenada de todas as estórias do usuário correspondentes a entregas que deve ser necessário no produto, o Dono do Produto é responsável pelo Backlog do Produto, incluindo seu conteúdo.

Backlog da Sprint

     O Backlog da Sprint é um plano com detalhes de todo o trabalho que o time de desenvolvimento identifica como necessários e suficientes que as mudanças no progresso sejam entendidas durante a Reunião Diária.

Princípios do Scrum

     No Guia SBOK™ fornece uma introdução dos principais conceitos do Scrum e uma visão geral dos princípios, aspectos e processos do Scrum, ou seja, está dividido em três áreas principais.

  1. Princípios do Scrum
  2. Aspectos do Scrum
  3. Processos do Scrum

     Segundo o Guia SBOK™ 2016 referem-se aos seis princípios do Scrum, esses princípios são à base do framework.

  1. Controle de Processos Empíricos
  2. Auto-organização
  3. Colaboração
  4. Priorização Baseada em Valor
  5. Time-boxing
  6. Desenvolvomento Iterativo

Aspectos Scrum

     Aos cinco aspectos do Scrum que devem ser abordados ao longo de qualquer projeto, sendo eles:

  1. Organização
  2. Justificativa de Negócio
  3. Qualidade
  4. Mudança
  5. Risco

Processos Scrum

     São 19 processos fazem parte das cinco fases do Scrum, sendo eles:

Iniciar

Planejar e Estimar

 Implementar

Revisão e Retrospectiva

 Release

Estas fases descrevem em detalhes as entradas e saídas associadas a cada processo.

QUAIS SÃO OS SEUS BENEFÍCIOS

     O benefício do Scrum é que ele é um framework para projetos complexos e não complexos de fácil implementação, sendo uma metodologia ágil, é de grande importância para os usuários, desenvolvedores e gestores de projetos.

POR QUE USAR O SCRUM

     Consequentemente, a informação e técnicas da usabilidade do Scrum também se estendem às empresas de médios e grandes portes. Tanto os controles internos quanto os externos, possuem ferramentas que ajudam a implementação do Scrum na empresa em suas decisões, posturas e dados.

Daniel Portugal

O que você tem para mostrar?

     Uns só possuem cursos técnicos, outros somente faculdades, tem aqueles com certificação  em alguma área específica e alguns com pós-graduação. Mas qual é o seu diferencial,  ou seja,  o que você tem para mostrar.

     Muitos de nós buscamos um aperfeiçoamento, seja ela profissional, acadêmico em fim mas no final das contas o que realmente importa para você?

     já vivenciei jovens que entraram em uma área da graduação porque o ramo da empresa na qual ele trabalhava era de tecnologia, logo esse jovem queria subir de cargo e se aventurou em fazer uma faculdade desse ramo, no primeiro período da faculdade ele odiou, final das contas ele abandonou o curso.

     Agora me diga, ele realmente gostava o que fazia? Talvez sim, mas ele agiu por impulso ao entrar numa faculdade,  fez porque  queria dar continuidade a carreira, subir de cargo, mudar de área na empresa.

     Muitas vezes agimos por impulso,  fazemos cursos que a mídia diz que aquela área esta em alta, e nem se quer pesquisamos se é verdade, eu me lembro que houve um enxame de notícias que falava sobre uma carreira que estaria em alta sendo a de petróleo e gás,  nessa mesma época o que tinha de jovens se aventurando em cursos de graduação, especialização ou mesmo técnico,   querendo uma fatia do mercado financeiro, mas isso não ocorreu, houve um grande rombo na petrolífera no Brasil.

     Devemos tomar cuidado o que as notícias dizem por aí,  vejo anúncios informando que a tal area esta em alta e chega a pagar nao sei quantos mil, o jovem acaba se maravilhando e entrando nessa mesmo sem gostar daquela area.

     Devemos fazer o que realmente gostamos, nos capacitar buscar conhecimento naquilo que sentimos prazer em realizar. Se você gosta de comunicação,  então se aperfeiçoe em comunicação,  se gosta de alguma área da tecnologia,  busque mais conhecimento nessa área e até mesmo uma certificação,  quando falo o que você tem para mostrar, são os seus taletos, ou seja, o seu melhor o seu prazer em realizar aquela tarefa/função e sempre se aperfeiçoando naquilo que você se prontificou como carreira.

     Concorrência,  sempre haverá,  para estarmos na frente é necessário conhecimento,  qualificação, digo até um idioma e o melhor prazer em saber.

Em geral, quanto maior o número de conhecimento sobre aquela área, melhor será.

Daniel Portugal

Graduação ou Certificação na área de TI

     Quando o assunto é Graduação ou Certificação em TI, logo entramos naquele dilema que um é mais importante do que o outro…. . O valor deste texto reflete a responsabilidade do profissional de TI frente ao grande desafio de garantir a qualidade, o conhecimento, a técnica. Ambos, Graduação ou Certificação são importantes, mas se puder conciliar os dois  será um diferencial.

     Há inúmeros cursos para a capacitação dos profissionais de TI. Porém, em todos esses cursos são necessários dedicação para uma implementação de conhecimentos de maneira adequada, para que seja possível colocar em prática os conhecimentos adquiridos facilmente.

  Atualmente existem várias maneiras rápidas e confiáveis para fazer a prova de certificação. Alguns possuem um alto custo, mas existem outros com preços bem acessíveis e até alguns livres que tem um bom proveito e uma confiabilidade, dentre os quais destaca-se o Six Sigma Yellow Belt  fornecido pela Empresa 6Sigma Study, esta certificação é mais usada  na área de gestão de TI.

     Quando começou a utilização dos computadores e sistemas nas empresas, eram bastante restrito, não existiam faculdades de Tecnologia da Informação (TI), aqueles computadores estavam atrelados aos fornecedores, não é muito diferente de hoje em dia, ou seja, os computadores só funcionavam em rede se fossem do mesmo fabricante.

     Consequentemente, as vantagens também se estendiam as empresas uma vez que foram apresentados os especialistas preparados naquela área de conhecimento, o curso era oferecido pelo o fornecedor o que proporciona aos profissionais de TI as técnicas de como manusear aqueles equipamentos.

   Os profissionais que chegavam após a implantação da Tecnologia na empresa, eram treinados pelos os profissionais antigos com base nos manuais do fornecedor.

     Com a propagação de conhecimentos adquiridos daqueles profissionais mais antigos, e a padronização de alguns fornecedores, surgem os cursos superiores, ou seja, Graduação em alguma área da TI. A informação da área do conhecimento da tecnologia e o avanço no mercado trouxe vários cursos que temos hoje. Exemplos: Redes, profissional responsável pelo a estrutura, Análise de Sistemas sendo o profissional responsável por desenvolvimento de programas, mas ainda os novos alunos estavam limitados ao uso da tecnologia. Isso porque o conhecimento passado pelos os professores não cobria aquela informação toda.

     Caso o aluno quisesse se aprofundar mais naquela tecnologia teria que realizar um curso  técnico em um dos fornecedores, é aí que surge as certificações.

     Com a certificação as empresas tinham a garantia do conhecimento daquele profissional referente aquela tecnologia. Logo as empresas buscavam mais profissionais certificados do que diplomas.

     Com o passar dos anos surgem cada vez mais cursos superiores bem mais técnicos e alunos capacitados com um alto nível de conhecimento sobre aquela tecnologia. Logo as empresas tinham um leque de profissionais capacitados. Estas opções permitem que o novo profissional escolha o que lhe é mais apropriado, ou seja, Graduação ou Certificação na área de TI.

 

Daniel Portugal

Objetos excluídos em banco de dados

     A partir do banco de dados Oracle 10g, foi introduzido um recurso de recuperação rápida que restaura o estado dos objetos excluídos e restrições da tabela.

     O banco de dados utiliza como log as transações de recuperação rápida, e esses objetos descartados são posicionados em uma lixeira virtual que permanecem ali até serem expurgados ou recuperados posteriormente.

     A lixeira virtual é uma tabela do dicionário de dados que contém informações de objetos excluídos. À medida que trabalhamos no banco de dados inserindo, modificando ou excluindo objetos e seus dependentes, no processo de exclusão de tabelas e outros objetos relacionados essas tabelas continuam a ocupar espaço. Se a lixeira está ativa, quando a tabela é excluída, o espaço associado a tabela e seus objetos dependentes são recuperáveis.Isto é, eles podem ser usados para posterior recuperação.

     Para a lixeira não há um espaço fixo alocado sobre o recebimento de arquivos excluídos. A lixeira vai crescendo até chegar ao espaço máximo no disco referente a cota de espaço do usuário.

     Se atingir o máximo de espaço usado de objetos excluídos, o banco de dados seleciona os primeiros objetos caídos para uma remoção automática. Ou seja, ele elimina os primeiros objetos caídos na lixeira.

     Com o crescente número de objetos excluídos com seus dependentes, o banco passa a ter perda de desempenho. Isso ocorre devido à necessidade de manter um histórico das transações efetuadas para uma posterior recuperação dos objetos descartados com seus dependentes.

     Quando excluímos tabelas e seus objetos dependentes, estes são descartados e colocados na lixeira, uma vez que o banco de dados não remove este conteúdo imediatamente. Ou seja, no processo de exclusão o sistema renomeia a tabela como uma maneira do banco de dados manter contagens de referência do número de vezes que o objeto é referenciado por outros objetos descartados.

     A lixeira do banco de dados por padrão já vem configurada como ativa, para desabilitar a lixeira, basta alterar sessão da lixeira para inativa e ela passará a não receber os itens excluídos. Com a lixeira desabilitada, o que foi excluído antes de desabilitar não é perdido. Todavia, aqueles objetos e seus dependentes que foram excluídos após o recurso ser desabilitado não são colocados na lixeira, que passa a ser ignorada.

     Também é possível eliminar todos os objetos descartados, também sendo possível o usuário poder especificar qual objeto deseja excluir, caso seja o administrador poderá especificar qual lixeira do usuário que deseja limpar.

     Para listar todos os objetos do banco de dados, poderá utilizar o comando de listar lixeira, sendo ela SHOW RECYCLEBIN;

     Caso queira apagar todos os objetos descartados,poderá utilizar o comando PURGE RECYCLEBIN;

       Para restaurar os objetos com seus dependentes poderá utilizar o comando FLASHBACK TABLE NOME_TABELA TO BEFORE DROP;

      Antes de recuperar algum objeto da lixeira, é apropriado uma consulta ao seu conteúdo, visto que o comando de recuperação de tabela restaura um estado anterior de uma tabela em caso de falha humana ou de aplicação.Quer dizer, antes de recuperar um objeto é fundamental listar o dicionário da lixeira, a fim de que seja possível verificar e renomear os objetos recuperados.

Daniel Portugal